Neste novíssimo e original cartaz, construído com a ajuda dos designers do IADE são apresentadas de uma forma didática, e de fácil percepção, as porções diárias recomendadas dentro dos 7 grupos de alimentos representados.
Este material foi produzido no âmbito do protocolo de colaboração celebrado entre o Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável, da Direção-Geral da Saúde, e a Direção-Geral do Consumidor. O mesmo pode ser utilizado para afixar em escolas, centros de saúde e instituições públicas de interesse, podendo também ser utilizado em contexto de sala de aula como uma ferramenta para auxiliar os professores na abordagem do tema.
Absolutamente atroz esta roda dos alimentos em que nos diz que devemos comer mais hidratos e açucares do que proteinas legumes e frutas, continuamos a não aprender com os avanços das ciências e a desinformar as nossas crianças e apelar ao consumo de produtos desnecesários á nossa alimentação.
Atroz é o seu comentário… Já experimentou somar as “fatias” da roda referente às frutas, hortícolas e leguminosas? É que se o fizer, verifica que o grupo dos cereais, derivados e tubérculos é bem menor. E já agora o seu comentário é baseado na sua experiência como utilizador, ou seja, porque come ou tem alguma formação na área que o permita tecer julgamento com base cientifica? É que eu respiro mas não sou pneumologista.
Sou sua fã!!!! kkkkkkk
Mais outra pessoa que pensa que sabe no que está a dizer
http://www.hsph.harvard.edu/nutritionsource/healthy-eating-plate/
Esta é a nova pirâmide dos alimentos, segundo a Universidade de Harvard
A pirâmide dos alimentos é adaptada à alimentação dos Estados Unidos apesar de alguns pontos serem comuns aos nossos.
Baseado nas indicações do healthy eating plate, não se justifica que o governo subsidie os produtores de carne de bovino. Os agricultores podiam produzir cereais, de preferência biológicos (para poderem ser consumidos integrais).
Não sou perito no assunto mas acho o healthy-eating-plate muito melhor, quer pelo visual quer pelos conselhos associados. A roda dos alimentos não devia sugerir cereais refinados, deveria reduzir a fatia dos laticínios.
Vários aspetos incompreensíveis nesta “nova” roda (o esquema da Universidade de Harvard, já citado, é muito mais lógico, por ex.).
A área ocupada em conjunto pelos grupos dos cereais e das leguminosas deveria ser dividida ao meio entre ambos, a área dos lacticínios também está exagerada, deveria ser reduzida a favor do grupo da carne e peixe que foi exageradamente reduzido a um mínimo ridículo, deveria ser o dobro.
A imposição de beber 1,5L de água, de igual modo para todos e em qualquer circunstância, continua a ser algo aberrante. Deveria simplesmente ser incluída água q.b.
Parabéns. Fizeram um bom trabalho.
Informamos que o cartaz foi reformulado a 2 de março, já depois de publicado, pois o modelo gráfico da Roda aparecia invertido. Agradecemos as sugestões e alertas.
Aproveitamos para informar que este cartaz não alterou os conteúdos da anterior Roda, que é provavelmente o mais divulgado e consensual modelo de educação alimentar existente em Portugal. PG
E resulta de um trabalho conjunto do então Instituto do Consumidor, hoje Direção-Geral do Consumidor, e da Faculdade de Nutrição do Porto.
Do meu ponto de vista, estas mudanças periódicas de visual cheiram um bocadinho ao sinal dos tempos, “fazer por fazer”, e o seu maior impacto é o de gerar confusão.
Uma dieta que consite na sua base, açucar, farinhas refinadas, gluten, alimentos processados (bolachas, corn flakes), laticinios e derivados e não fazer referencia á pratica de desporto é para mim o reflexo pelo qual estamos tão bem cotados em obesidade infantil na Europa.
Muitos parabéns pelo cartaz da” Roda dos Alimentos” e pelo cartaz “dia alimentar” com as porções diárias recomendadas e equivalentes entre os alimentos. Tem-me ajudado bastante . Tendo como referência a “Roda dos Alimentos”, até escrevi um livro ” O Verdinho e a Estrela das 7 pontas”, infanto-juvenil. Um abraço.
É tudo maravilhoso de se ver, mas já pensaram em contribuir para a divulgação destes alimentos nos meios de comunicação. É que estes , na maioria das vezes, limitam-se a passar publicidade de empacotados, de produtos que não são naturais, com corantes, os quais o seu consumo exagerado, prejudica a nossa saúde.
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