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Estratégia Nacional para a Promoção da Atividade Física, da Saúde e do Bem-estar | Consulta pública

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Estratégia Nacional para a Promoção da Atividade Física, da Saúde e do Bem-estar | Consulta pública

A Direção-Geral da Saúde em parceria com outros organismos, elaborou uma proposta de “Estratégia Nacional para a Promoção da Atividade Física, da Saúde e do Bem-Estar (ENPAF). O documento pode ser consultado aqui e encontra-se em discussão pública até 15 de julho de 2015.

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A inatividade física é  um dos principais fatores de risco para as doenças crónicas não transmissíveis. A OMS sugere que cada país tenha um plano de  promoção da atividade física. Nesse sentido, a Direção-Geral da Saúde em parceria com outros organismos, elaborou uma proposta de “Estratégia Nacional para a Promoção da Atividade Física, da Saúde e do Bem-Estar (ENPAF) ”.

Esta estratégia tem como missão criar condições para que todos os cidadãos reconheçam as vantagens de adotarem comportamentos fisicamente ativos e para que todos, independentemente das suas condições económicas, demográficas ou sociais, tenham idênticas condições para terem uma vida fisicamente ativa.

O documento pode ser consultado aqui e encontra-se em discussão pública até 15 de julho de 2015.

As respetivas sugestões devem ser remetidas para ENPAF@dgs.pt

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3 comentários a “Estratégia Nacional para a Promoção da Atividade Física, da Saúde e do Bem-estar | Consulta pública”

  1. Carlos Pires Jorge diz:

    Bom trabalho, necessário, mesmo obrigatório. Temos de ser assertivos e conhecer a realidade psicosocial da nossa cultura/mentalidade atual. Como técnico de Educação Física considero ser imperioso, decisivo mesmo que a disciplina de Educação Física volte a ter mais responsabilidade no seus 12 anos de escolaridade obrigatória. Isto é, tem de voltar a contar para a transição dos alunos e para a entrada na Universidade (beneficia cerca de 95% dos alunos). O resultado desta estratégia está atualmente à vista com a grande disponibilidade para atividade física de uma certa faixa etária que teve práticas e teóricas na aulas de EF, compreendendo os seus efeitos. Queremos diminuir os custos do nosso sistema nacional de saúde? Temos de fazer o que é essencial? Perguntem aos nossos alunos que saíram há uns anos da escola?

  2. Jaime Carvalho e Silva diz:

    Um documento desta importância não devia estar em discussão pública apenas durante menos de um mês. Deveriam ser envolvidas todas as escolas, associações de pais, entidades e especialistas de saúde pública e familiar. Só através da notícia da edição online do Jornal de Notícias tive conhecimento do documento.

  3. Rui Manuel Amaro Alves diz:

    Exmo Senhores,
    junto envio link com interesse sobre as deslocações casa-escola. Um projeto de investigação financiado pela FCG em que a DGS e indirectamente a OMS estiveram envolvidas.
    Infelizmente nem consta da v. bibliografia.
    Trata-se de um projeto singular no contexto nacional e internacional e uma boa prática a seguir. Para além de que dispõe de um acervo de conhecimentos que me parece importante.

    http://www.est.ipcb.pt/mobilidadeescolar/

    Ao dispor para o que entenderem por necessário.

    Com os meus cumprimentos,

    Rui Amaro Alves
    (investigador responsável pelo projeto)

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