A inatividade física é um dos principais fatores de risco para as doenças crónicas não transmissíveis. A OMS sugere que cada país tenha um plano de promoção da atividade física. Nesse sentido, a Direção-Geral da Saúde em parceria com outros organismos, elaborou uma proposta de “Estratégia Nacional para a Promoção da Atividade Física, da Saúde e do Bem-Estar (ENPAF) ”.
Esta estratégia tem como missão criar condições para que todos os cidadãos reconheçam as vantagens de adotarem comportamentos fisicamente ativos e para que todos, independentemente das suas condições económicas, demográficas ou sociais, tenham idênticas condições para terem uma vida fisicamente ativa.
O documento pode ser consultado aqui e encontra-se em discussão pública até 15 de julho de 2015.
As respetivas sugestões devem ser remetidas para ENPAF@dgs.pt
Bom trabalho, necessário, mesmo obrigatório. Temos de ser assertivos e conhecer a realidade psicosocial da nossa cultura/mentalidade atual. Como técnico de Educação Física considero ser imperioso, decisivo mesmo que a disciplina de Educação Física volte a ter mais responsabilidade no seus 12 anos de escolaridade obrigatória. Isto é, tem de voltar a contar para a transição dos alunos e para a entrada na Universidade (beneficia cerca de 95% dos alunos). O resultado desta estratégia está atualmente à vista com a grande disponibilidade para atividade física de uma certa faixa etária que teve práticas e teóricas na aulas de EF, compreendendo os seus efeitos. Queremos diminuir os custos do nosso sistema nacional de saúde? Temos de fazer o que é essencial? Perguntem aos nossos alunos que saíram há uns anos da escola?
Um documento desta importância não devia estar em discussão pública apenas durante menos de um mês. Deveriam ser envolvidas todas as escolas, associações de pais, entidades e especialistas de saúde pública e familiar. Só através da notícia da edição online do Jornal de Notícias tive conhecimento do documento.
Exmo Senhores,
junto envio link com interesse sobre as deslocações casa-escola. Um projeto de investigação financiado pela FCG em que a DGS e indirectamente a OMS estiveram envolvidas.
Infelizmente nem consta da v. bibliografia.
Trata-se de um projeto singular no contexto nacional e internacional e uma boa prática a seguir. Para além de que dispõe de um acervo de conhecimentos que me parece importante.
http://www.est.ipcb.pt/mobilidadeescolar/
Ao dispor para o que entenderem por necessário.
Com os meus cumprimentos,
Rui Amaro Alves
(investigador responsável pelo projeto)
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