Estou a ler:

Água pública, um bem público nas praias portuguesas a partir deste ano

Notícias

Água pública, um bem público nas praias portuguesas a partir deste ano

A partir deste ano as praias nacionais apresentam todas as condições para que possam em breve ter água da rede disponível para todos, contribuindo para reduzir as quantidades de plástico nas nossas praias e também o consumo de bebidas açucaradas. Saiba mais.

Praia

Água pública – um bem público nas praias portuguesas a partir deste ano

A política alimentar nacional levada a cabo pela Direção-Geral da Saúde em articulação com outros Ministérios (Estratégia Integrada para a Promoção da Alimentação Saudável) tem como medidas “Propor a existência de dispensadores de água gratuitos ou a distribuição de água nos serviços e organismos da administração direta e indireta do Estado e nos demais serviços sob gestão pública e promover o seu consumo” e “Propor que nos eventos públicos organizados pelos serviços e organismos da administração direta e indireta do Estado exista obrigatoriamente a oferta de água, fruta e ou produtos hortícolas, de preferência respeitando critérios de disponibilidade sazonal e de proximidade.” Estas medidas partem do pressuposto que a disponibilidade de água da rede pública nos locais públicos é essencial para a promoção da saúde em Portugal.

Sob proposta do Governo, a Assembleia da República aprovou a Lei n.º 50/2018, de 16 de agosto, a qual transferiu para os municípios a competência da gestão das praias. O mais importante e, em resultado do trabalho realizado pela DGS, é que o presente decreto-lei sublinha que as

“praias são espaços que devem contribuir para a criação de ambientes promotores da saúde e do bem-estar das populações, devendo promover-se, designadamente, a existência de equipamentos de disponibilidade gratuita de água da rede pública.”

A partir deste momento, esperamos estarem reunidas condições para que as praias nacionais possam em breve ter água da rede disponível para todos, contribuindo para reduzir as quantidades de plástico nas nossas praias e também para reduzir o consumo de bebidas açucaradas e com baixo valor nutricional durante o próximo ano.

 

 

Photo on <a href=”https://visualhunt.com/photos/beach/”>Visual hunt</a>
Tópicos
Notícias

Acompanhe a discussão sobre: Água pública, um bem público nas praias portuguesas a partir deste ano

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Artigos Relacionados

  • 20 Maio, 2023

    Portugal é o 8º país mais preparado para combater a obesidade

    Portugal é o 8.º país mais preparado para combater a obesidade, de acordo com o ranking World Obesity Atlas 2023, da World Obesity Federation, que analisa 183 países. O resultado deve-se ao conjunto de medidas de promoção da saúde que tem sido desenvolvido e que a Direção-Geral da Saúde, através do Programa Nacional de Promoção da Alimentação Saudável, destaca hoje, Dia Nacional de Luta Contra a Obesidade.

    Ler mais
  • 19 Maio, 2023

    Novos dados da OMS Europa demonstram como a pandemia COVID-19 afetou os hábitos alimentares e de atividade física das crianças na Europa

    Foram hoje publicados e apresentados no Congresso Europeu de Obesidade (ECO 2023) novos resultados do estudo Childhood Obesity Surveillance Initiative (COSI) da OMS Europa, que descrevem os hábitos alimentares e de atividade física, o tempo de ecrã e outros aspetos relacionados com a saúde de crianças com idades entre os 6 e os 9 anos durante a pandemia COVID-19.

    Ler mais
  • recomendação de consumo de pescado nutrimento pnpas

    Recomendações para o consumo de pescado

    Foram publicadas esta semana as recomendações para o consumo de pescado para a população portuguesa. O consumo de pescado tem benefícios para a saúde, mas algumas espécies têm um teor de mercúrio elevado que pode representar riscos associados ao desenvolvimento cognitivo, sendo por isso de evitar o seu consumo em grupos vulneráveis como as grávidas, mulheres a amamentar e crianças pequenas. De acordo com estas recomendações, para estes grupos vulneráveis, o consumo de pescado entre 3 a 4 vezes por semana é o adequado, sendo que para a população em geral o consumo de pescado deverá ser mais frequente, até 7 vezes por semana.

    Ler mais