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Como pode a sua residência universitária ser promotora de hábitos alimentares saudáveis?

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Como pode a sua residência universitária ser promotora de hábitos alimentares saudáveis?

Com a entrada de um novo ano letivo, inicia-se a vida académica para muitos estudantes. Esta transição pode representar alterações significativas nos hábitos alimentares, pelo que muitos estudantes tendem a praticar estilos de vida menos saudáveis, colocando-os em risco de desenvolver problemas de saúde. Neste sentido torna-se fundamental a definição de uma estratégia alimentar e nutricional para as residências universitárias. Saiba mais.

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Com a entrada de um novo ano letivo, inicia-se a vida académica para muitos estudantes. Esta transição pode representar alterações significativas nos hábitos alimentares, pelo que muitos estudantes tendem a praticar estilos de vida menos saudáveis, colocando-os em risco de desenvolver problemas de saúde. Neste sentido torna-se fundamental a definição de uma estratégia alimentar e nutricional para as residências universitárias.

Assim, com base no documento já publicado “ Linhas de Orientação para a Oferta Alimentar em Residências Universitárias”, voltamos a destacar uma listagem de itens a verificar por parte dos Serviços de Ação Social e das Residências Universitárias.

Os Serviços de Ação Social possuem:

– Uma estratégia alimentar/nutricional definida para os estudantes, tendo em atenção as suas necessidades de uma alimentação promotora de saúde;

– Uma estratégia de comunicação sobre promoção de hábitos alimentares saudáveis que facilite a interação dos estudantes com os serviços na área;

Técnicos qualificados, nomeadamente, Nutricionistas ou outros, que apoiem a tomada de decisão e intervenção nesta área

As residências universitárias apresentam e promovem:

– Local que permita a preparação/confeção de refeições, bem como um local para o seu consumo;

– Existência de um espaço devidamente funcional que permita o armazenamento, preparação, confeção e consumo de alimentos;

– A disponibilização de água através de bebedouros públicos nas residências e instalações da universidade;

Informação acerca das recomendações alimentares e nutricionais para os estudantes (ex.: panfletos, posters, site,…);

– A confeção saudável por parte dos estudantes (ex.: promover workshops, disponibilizar livros de receitas,…);

– A não discriminação alimentar em função de diferenças culturais ou religiosas ou ainda de necessidades especiais decorrentes de problemas de saúde.

Consulte mais informações no documento completo aqui.

Imagem retirada de Gözde Otman
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