10 Instituições recebem os primeiros selos de creditação “Selo Saudável”

O Projeto “Selo Saudável” resulta de um trabalho conjunto entre a CML e a DGS, e pretende incentivar, através de uma distinção pública, as entidades sem fins lucrativos com intervenção na Cidade de Lisboa que implementem um conjunto de orientações alimentares, garantindo o cumprimento de requisitos para uma alimentação mais saudável.

Este projeto, numa primeira fase de piloto, recebeu um total de 27 candidaturas de entidades portadores de várias áreas de intervenção, como idosos, crianças, pessoas com deficiência, pessoas portadores de HIV e adultos em situação de vulnerabilidade.

Deste total obtiveram-se 17 candidaturas validadas, atingindo potencialmente as refeições de cerca de 4.167 utentes. No decorrer do projeto foram realizadas 9 ações de sensibilização e capacitação e 2 showcookings com a participação do Chef Fábio Bernardino.

Finalizada a fase de avaliação procedeu-se à atribuição dos primeiros selos de creditação “Selo Saudável” a 10 instituições, num total de 17 entidades candidatas:

  • Caminhos de Infância
  • Associação Ester Janz
  • Associação Paralisia Cerebral de Lisboa- Centro Krus Abecasis
  • Associação da Penha de França
  • Companheiro – Associação Fraternidade Cristã
  • Nuclisol Jean Piaget
  • Associação Infante Sagres
  • Abraço- Associação de Apoio a Pessoas com VIH/Sida
  • Centro Social e Paroquial São João de Brito
  • Casa Menino de Deus

Para as restantes entidades será concedido um período de 2 meses, a partir do dia 18 dezembro, para correção das anomalias detetadas e/ou entrega de documentação em falta para posterior reavaliação e entrega do selo.

Face ao sucesso da 1.ª edição deste projeto encontram-se de momento abertas as candidaturas para uma nova edição.

Os nossos parabéns a todos os envolvidos e em particular às instituições que receberam o selo e que ao longo deste ano forneceram refeições saudáveis aos seus utentes. 

 

 

2 Comentários , Adicione o seu

  1. Muitos Parabéns! 🙂

    Ana Helena Pinto a 31/12/2017 às 00:46
  2. O Selo Saudável a nível nacional seria um bom incentivo!

    Sandra Gomes a 31/12/2017 às 12:00

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